Meu Perfil
BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, ACLIMACAO, Homem, de 46 a 55 anos, Portuguese, English, Música, Arte e cultura, Um bom "papo" com amigos.



Histórico


Votação
 Dê uma nota para meu blog


Outros sites
 Blog do Onofre de Freitas
 Site da Óptima Consultoria
 Mercado Financeiro (Bolsa/Moedas)
 Cotação das commodities
 GOOGLE MAPAS
 UOL - O melhor conteúdo
 Wikipedia


 
Política & Economia. Em cima do fato!


Dia 30 de janeiro de 2009, inaugurei um novo blog. Mais sofisticado e com nuances pessoais, além dos já normais comentários sobre política e economia.

Continuo no UOL, só que, agora com domínio próprio.

Visite, é só seguir o link e adicionar aos favoritos:

http://blogsergiofreitas.com.br

 

Espero por você lá.

Abraço.

Sergio Freitas



Escrito por freitas.sf às 21h06
[] [envie esta mensagem] [ ]



As maluquices no planalto:

         É incompreensível a atitude do governo brasileiro, ministro Tarso Genro, de conceder status de refugiado político ao italiano Cesare Battisti, condenado, na Itália, pelos assassinatos de dois policiais, um açougueiro e um joalheiro. Uma crise diplomática séria está se formando. O presidente Lula parece acreditar que tudo será superado facilmente. Vamos aguardar os próximos capítulos.

         A situação teve repercussão péssima pelo mundo afora. A revista britânica “The Econnomist”, na edição de 23 de janeiro, comenta o fato de forma nada elogiosa ao Brasil e, para nosso constrangimento, cita os casos de outros condenados, ex-guerrilheiros e ditadores que se refugiaram no Brasil, tais como: Ronald Biggs, assalto a um trem, Alfredo Stroesner, ex-ditador no Paraguai e Olivério Medina, ex-guerrilheiro na Colômbia.

 

         Para completar, nesta segunda-feira, dia 26, através de uma simples nota no Siscomex (1), o governo alterou a política de comércio exterior do Brasil, impondo restrições, ou seja, licença prévia para importação. A lista é enorme e abrange, praticamente, toda a pauta de importação do país. É um retrocesso e poderá prejudicar os exportadores. Pois, se colocamos barreiras aqui, colocarão barreira por lá. Outro aspecto importante é o fato de que as importações ajudam a segurar a inflação. Portanto, mais uma medida “apavorada”, não discutida com a sociedade e que demonstra o alto grau de insegurança reinante no governo.

 

         Essa “marolinha” está braba. Tonto

 

(1) Siscomex ou Sistema integrado de comércio exterior é um sistema informatizado responsável por integrar as atividades de registro, acompanhamento e controle das operações de comércio exterior, através de um fluxo único, computadorizado de informações. (Wikipédia)



Escrito por freitas.sf às 12h23
[] [envie esta mensagem] [ ]



PROJEÇÕES:

Inflação: 5,000% (IPCA)  + Viés de alta

Crescimento do PIB: Método Anterior 2,00%  / Método Atual  2,70%  = sem Viés. 

Cotação Euro Dez/09:  R$ 3,042 a R$ 3,092  = Sem Viés

Cotação Dólar Dez/09:   R$ 2,201 a R$ 2,251  = Sem Viés. 

26/01/2009 21:14



Escrito por freitas.sf às 02h18
[] [envie esta mensagem] [ ]



Mãos à obra:

 (foto Folha Online)

 

A festa foi muito boa, histórica, sem dúvida. Muitos bailes. Tudo ótimo.

 

Agora, mãos à obra, Mr. President.

 

A declaração sobre o massacre em Gaza não foi, exatamente, a esperada.

As soluções para a crise econômica, até agora anunciadas, não são novidades e tão pouco parecem eficazes.

 

Bem, é cedo ainda. Vamos aguardar um pouco mais para termos uma noção acurada sobre o real significado da propalada “Era Obama”.

 

Good luck!

 



Escrito por freitas.sf às 02h16
[] [envie esta mensagem] [ ]



PROJEÇÕES:

Inflação: 5,000% (IPCA)  + Viés de alta. 

Crescimento do PIB: Método Anterior 2,00%  / Método Atual  2,70%  = sem Viés

Cotação Euro Dez/09:  R$ 3,064 a R$ 3,114  = Sem Viés

Cotação Dólar Dez/09:   R$ 2,108 a R$ 2,158  = Sem Viés

17/01/2009 15:34



Escrito por freitas.sf às 15h36
[] [envie esta mensagem] [ ]



Bate-boca:

O recente bate-boca entre o governo e empresários, protagonizado pelo ministro do trabalho Carlos Lupi e o presidente da Federação das indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), Paulo Skaf, demonstra que a era do encantamento entre o governo e a cúpula empresarial do Brasil acabou.

No mundo capitalista, na economia de mercado e de concorrência, é absolutamente normal despedir ou alterar o contrato de trabalho como forma de adequar os custos das empresas às novas realidades ou dificuldades da economia. Só aqui, no Brasil, que as leis trabalhistas são uma espécie de leis sagradas imutáveis e intocáveis.

A redução de salários e da carga horária poderia ser a possibilidade de salvar vários empregos. Mas, os sindicalistas, fora e dentro do governo, não querem sequer conversar sobre o assunto. Preferem jogar esse jogo de "empurra" e criar a versão de que o governo está fazendo todo o possível para salvar os empregos, mas, os malvados empresários estão despedindo por ganância e desumanidade. Uma visão míope daqueles que não querem entender a vida como ela é.

 

         A falta de bom-senso culminou com esse decreto presidencial que tributa verbas indenizatórias, prejudicando aos empresários e aos empregados. Enlouqueceram?

 

Folha Online - Dinheiro - Governo vai tributar aviso prévio de trabalhador demitido sem justa causa - 15/01/2009
... 15/01/2009 19h43 Governo vai tributar aviso prévio de trabalhador demitido sem justa causa EDUARDO CUCOLO da Folha Online , em Brasília Em meio ao aumento no número de demissões ... o governo decidiu que irá cobrar contribuição previdenciária sobre os valores pagos na forma de aviso prévio indenizado aos trabalhadores que perderem o emprego. A medida vai ...
http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u490607.shtml



Escrito por freitas.sf às 15h29
[] [envie esta mensagem] [ ]



Onde investir na crise.

Em empresas cujos objetivos estejam fortemente relacionados com:

 

Tecnologia da informação (Não há como viver sem ela);

Banco de dados (Informação é preciosa);

Biotecnologia (Muito importante para o futuro);

Ecologia (Sem ela, não há futuro);

Educação (Haverá, cada vez mais, procura por saber);

Saúde (Muito dinheiro será investido, nos próximos anos);

Alimentos (Ninguém pára de comer);

Energia (Dispensa comentários). 

Por sorte, estes segmentos são vocação brasileira.

Entretanto, é preciso analisar, extrapolar, simular, como as empresas e o governo estrão posicionados, dentro de 10 anos.

Quem tem, deve investir, com cuidado.

 

 



Escrito por freitas.sf às 20h38
[] [envie esta mensagem] [ ]



PROJEÇÕES:

Inflação: 5,000% (IPCA)  = Sem Viés

Crescimento do PIB: Método Anterior 2,00%  / Método Atual  2,70%  = sem Viés

Cotação Euro Dez/09:  R$ 3,084 a R$ 3,134  - Viés de baixa

Cotação Dólar Dez/09:   R$ 2,025 a R$ 2,075  - Viés de baixa

12/01/2009 20:19



Escrito por freitas.sf às 20h24
[] [envie esta mensagem] [ ]



Para que serve a ONU?

 (Foto Folha online)

    A ONU (Organização das Nações Unidas), que no caso da invasão do Iraque já havia dado mostras de que não tem poder para determinar comportamentos dos seus membros, agora, no caso da Faixa de Gaza, está experimentando mais uma dose de desprestígio. Além de uma escola mantida pela organização e um comboio de suprimentos terem sido bombardeados pelo exercito israelense, a medida aprovada na noite de quinta-feira, dia 8 de janeiro, "pedindo um cessar-fogo", foi simplesmente desconsiderada pelo governo israelense e pela chefia do grupo radical palestino Hamas.

    Isto nos remete a uma pergunta: Para que serve a ONU? Não é capaz de evitar, não é capaz de atender aos necessitados, não é capaz de extinguir os conflitos.

    O Conselho de segurança é um clube fechado com poucos membros, numa composição que não reflete a realidade política e econômica do mundo atual.

    A atuação da ONU, na grave crise em Gaza, tem sido um vexame imenso. O que é preocupante, pois sem uma organização capaz de intermediar e resolver os conflitos entre as nações, poderemos estar caminhando para um - "cada um por si e Deus por todos".



Escrito por freitas.sf às 18h42
[] [envie esta mensagem] [ ]



Janeiro/2009 - Impressões:

(Política)

O Senado, ao contrário do que acorreu no final de 2007, quando pôs fim à CPMF, findou o ano de 2008 batendo recorde de sandices. A aprovação do aumento do número de vereadores, na calada da noite, foi uma demonstração de descaso com a situação grave configurada pela chegada da "marolinha" ao Brasil e de desrespeito para com a população. Quem, neste país, é capaz de dizer que precisamos de mais vereadores. A proposta foi barrada na Câmara e os partidos de oposição, PSDB e Democratas, entraram com ação junto ao Supremo. Uma vergonha.

 

A Comissão de constituição e justiça da Câmara (CCJ) aprovou o parecer do deputado João Cunha (PT-SP), aquele que recebeu dinheiro do mensalão, a qual recomenda o fim da reeleição para titulares dos Executivos federal, estadual e municipal. A proposta, também, eleva o tempo de mandato de 4 para 5 anos. Havia na proposta, três PECs (proposta de emenda constitucional) que abriam brecha para reeleições sucessivas do chefe do poder executivo. A comissão retirou as referidas PECs do texto aprovado.

 

Será formada uma Comissão especial para discutir o parecer. O deputado Carlos Willian (PTC-MG) anunciou à CCJ que se for designado membro da comissão irá apresentar proposta de um terceiro mandato para o presidente Lula. Como podemos ver, a idéia de um terceiro mandato jamais foi esquecida, como o presidente quer fazer parecer. É lamentável. Os senhores parlamentares sequer se preocupam com as necessidades da população ou do país. Acreditam que aprovando a toque de caixa, as propostas enviadas pelo executivo, através de medidas provisórias, estão dando respostas convenientes para a crise. Assim, podem dedicar seu tempo para atender aos interesses mesquinhos e tentar garantir suas posições para 2010. As reformas não têm a menor chance.

 

         O presidente e sua base aliada acreditam que poderão superar a crise com discursos vazios e medidas que têm mais efeito publicitário do que econômico. Como de costume, tentam atender setores específicos, os amigos, e apresentam medidas tímidas e superficiais no âmbito fiscal e trabalhista. Na verdade, o presidente e os seus ainda nutrem a esperança de que, se fingirem que a crise não existe, ela desaparecerá milagrosamente.

 

         Aliás, apesar de tudo, o presidente continua obtendo recordes de popularidade. Talvez, por conta disto, o presidente está desesperadamente tentando exorcizar a crise. Quanto mais a popularidade sobe, maior será a queda, caso a situação piore.

 

         É claro que, todos torcem para que o Brasil passe pela crise com os menores danos possíveis, fundamentalmente, porque o povo brasileiro não merece sofrer por uma trapalhada da qual não participou e, principalmente, da qual não obteve nenhum proveito. No entanto, não se pode confundir salvar a economia do Brasil com salvar os projetos políticos/eleitorais do presidente e de sua base aliada. O foco tem de ser a sociedade brasileira e não os "companheiros".

 

         Por enquanto, as atitudes do governo e de certa parte da sociedade mais "chegada" a ele têm sido simplesmente desviar a atenção da realidade, o que culminou com a ridícula convocação presidencial para que as pessoas continuassem a gastar, quando o mundo está virado de cabeça para baixo.

 

         Depois de tantas crises, tantos planos econômicos, trocas de moeda e tantas outras maluquices pelas quais passamos, parece que o povo aprendeu alguma coisa e tivemos um Natal bastante equilibrado e, prudentemente, econômico.

 

         No âmbito internacional, o Equador efetuou o pagamento da parcela, com vencimento em dezembro, relativa ao empréstimo contraído junto ao BNDES (Banco nacional de desenvolvimento econômico e social). Não obstante, questiona a dívida junto a uma corte internacional.

        

O Japão, China e Coréia do sul se reuniram em "cúpula independente" e criaram uma frente asiática contra a crise econômica. Os principais objetivos são: desenvolvimento de estratégias comuns contra a crise; Fortalecer e integrar as suas economias; Lutarem juntos contra as mudanças climáticas e para o processo de desnuclearização da Coréia do norte. Os três países realizarão reuniões periódicas, a partir de agora. Boa notícia, tendo em vista a importância das três economias nos dias de hoje e no contexto da crise.

 

         Aliás, a imprensa brasileira tem insistido em qualificar a crise como "financeira". No entanto, ela já se tornou econômica há muito tempo. Tapar o sol com uma peneira não faz parte da solução.

 

         Nos Estados Unidos, a crise, a cada dia, toma feições desesperadas. O estouro da "pirâmide" (1) perpetrada pelo ex-diretor da Bolsa eletrônica NASDAQ, Bernard Madoff, expôs gestão quase infantil nas instituições, supostamente conservadoras. Só o Banco espanhol Santander perdeu mais de três bilhões de Dólares na brincadeira, seguido por um enorme, choroso e estarrecido séqüito de Bancos, fundos e investidores avulsos. Um diretor de fundo de investimentos americano chegou a se suicidar. Está claro que o sistema financeiro internacional se tornou uma enorme pirâmide. Que golpe antigo, diga-se de passagem. Não quero ser pessimista, mas, algo me diz que o pior ainda não veio.

 

         Enquanto George Bush finge que é presidente e Barak Obama finge que não é, Israel iniciou um processo de bombardeio e invasão terrestre da faixa de Gaza (2). Há centenas de mortos e mais de mil feridos. Era tudo que o Irã queria ou precisava. A desproporção de forças é gritante. Parece aquele caso do sujeito que disse, para explicar ter matado o outro: "ele veio com um facão e eu dei um tirinho nele". Notícias de violências, atentados, homens-bomba, mortes e sofrimentos das populações não são novidades naquela região. Poderíamos, até, considerar normal e corriqueiro. No entanto, desta vez, a situação tem uma importância crucial e subterrânea. O governo israelense está colocando em xeque a política externa do próximo presidente americano. A situação é bastante grave e poderá desestabilizar, se é que alguma estabilidade existe, a região de forma muito perigosa. Barak Obama terá de dar tanta atenção a esta questão quanto à crise financeira e econômica. Será um importante e talvez definitivo teste para ele e para a sua secretária de Estado, Hillary Clinton. Caso apóiem a continuidade deste massacre, poderão desiludir, não só o mundo árabe/muçulmano, mas, toda a comunidade internacional. Caso repreendam Israel e tomem alguma medida de contenção, poderão provocar instabilidades políticas internas em Israel e nos Estados Unidos, com conseqüências imprevisíveis. Esta operação israelense, dependendo da sua evolução, poderá ser o grande complicador para a crise financeira e econômica internacional, levando a economia mundial para uma fase terminal. O governo Obama terá de demonstrar muita competência, independência, habilidade e força, para solucionar essa equação que, sem dúvida, deixaria Einstein (3) com dor de cabeça.

 

         Para fazer justiça: é importante salientar que nenhum dos lados envolvidos nesse conflito é mocinho ou bandido. Todos erram e se deixam lavar, por fanatismos, extremismos e estupidez. Está claro, no entanto, que a atual investida israelense é um erro político, econômico e de marketing (4).   

 

(Economia)

Analistas, economistas e comentaristas econômicos, com raríssimas exceções, criticaram a manutenção da taxa de juros básica (SELIC) pelo Comitê de política monetária (COPOM). Praticamente, todos afirmaram que a inflação está cedendo, e que, é necessária uma política de redução de juros, por parte da autoridade monetária. Bem, vou ficar entre as exceções. É claro que precisamos baixar os juros, principalmente, na ponta do consumidor. Reduzir 0,25% ou 0,50%, na taxa SELIC, com os juros ao consumidor em 170% ao ano, é brincadeira. Por outro lado, temos de considerar que o cambio estava em R$ 1,60 por Dólar e agora está beirando os R$ 2,40 por Dólar, mostrando grande resistência em cair, apesar das intervenções do Banco central. As commodities estão sofrendo um movimento de pêndulo e, portanto, ainda não chegaram a um preço de equilíbrio, que será maior do que está agora. Assim, considerando a resistência da inflação no Brasil, o fato de que a variação cambial ainda não foi totalmente transferida aos preços, e que esta crise tem mostrado que os preceitos, conceitos e experiências do passado não estão valendo muito, pois a cada dia somos surpreendidos com desdobramentos inesperados e estarrecedores, a prudência do Copom é plenamente justificável.

 

         A inflação não está quieta. Discretamente, aqui e ali, os preços estão sendo majorados, sendo que este movimento se intensificou após o dia primeiro de janeiro. Da água de coco ao estacionamento do Shopping, as variações estão ocorrendo entre 8% e 40%. Muitos produtos não estão sendo repostos, provavelmente, porque negociações estão sendo mantidas entre fornecedores e revendedores. Mas, será inevitável a majoração. Assim, um acompanhamento cuidadoso das evoluções dos preços e das demandas, deve ser mantido pelo Banco central. A decisão de baixar os juros deve ser tomada somente mediante uma prova inequívoca de que a inflação não fugirá ao controle. Pressões políticas devem ser descartadas, pois um erro de avaliação, neste momento, poderia ser desastroso e a correção muito mais dolorosa do que a manutenção dos juros nos atuais patamares. Muita calma, nessa hora.

Após a fase financeira e a fase econômica/material, vivenciamos mais uma fase desta crise: a fase psicológica. As três ocorrem simultaneamente.  A fase psicológica tem seu núcleo na falta de confiança. Quem confia? - Na economia, nos bancos, nos fundos, nos governos, nas moedas, nas armas, na imprensa, nas crenças, nas promessas, nas rezas, na pressa, na peça, na padaria da esquina, no próximo, na próxima, quem confia?

Solução? Sem caça às bruxas, em determinado "momentum", a sociedade brasileira passar a valorizar e priorizar a Ética e a Honestidade.

 

Confiar.

 

 

(1) Um esquema em pirâmide é um modelo comercial não-sustentável que envolve basicamente a permuta de dinheiro pelo recrutamento de outras pessoas para o esquema sem que qualquer produto ou serviço seja entregue.

(2) A Faixa de Gaza é um território situado no Médio Oriente limitado a norte e a leste por Israel e a sul pelo Egipto. É um dos territórios mais densamente povoados do planeta, com 1,4 milhão de habitantes para uma área de 360 km². A designação "Faixa de Gaza" deriva do nome da sua principal cidade, Gaza.

(3) Albert Einstein, (Ulm, 14 de Março de 1879 - Princeton, 18 de Abril de 1955) foi um físico alemão radicado nos Estados Unidos mais conhecido por desenvolver a teoria da relatividade. Ganhou o Prémio Nobel da Física de 1921 pela correta explicação do efeito fotoeléctrico; no entanto, o prémio só foi anunciado em 1922. O seu trabalho teórico possibilitou o desenvolvimento da energia atômica, apesar de não prever tal possibilidade.

(4) Marketing engloba todo o conjunto de atividades de planejamento, concepção e concretização, que visam a satisfação das necessidades dos clientes, presentes e futuras, através de produtos/serviços existentes ou novos. (No caso, a idéia foi aplicada à política e à imagem como produtos)



Escrito por freitas.sf às 19h58
[] [envie esta mensagem] [ ]




[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]